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31/08/2014

Cala a Boca Brasil!



Antes de tudo vamos a alguns dados:

Hoje o Brasil tem aproximadamente 203 milhões de habitantes (de acordo com o site do IBGE). Outro dado, levando em conta que cada município tenha em média 30 vereadores (esse número varia de acordo com a população de cada cidade), o Brasil possui aproximadamente 230 mil cargos políticos, ou seja, o equivalente a 0,11% da população. Consideramos então, levando em conta que aproximadamente 20% da população seja de menores de idade e/ou pessoas maiores de 70 anos de idade cujo voto seja facultativo, e levando em conta a mesma média total de cargos políticos ainda temos 0,15% da população geral trabalhando no governo.
 
Menos de 1% da população brasileira tem algum cargo político, e mesmo assim escuto, leio e vejo inúmeras pessoas atribuindo o a culpa pela situação em que ela mesma e o país vive para meia dúzia de políticos e/ou partidos. Essas mesmas pessoas que culpam a Presidente Atual, o anterior, o anterior do anterior, o anterior do anterior do anterior, etc, ou o PT, PDT, PFL, PMDB, PV, PQP e todos os "P's" que existem, não tem a mínima ideia ou noção do que realmente é a política, de como ela funciona, quais sãos os cargos e o que eles representam, e por ai vai.

Mais uma vez eu digo, a culpa do país estar mergulhado no pesadelo político que assistimos diariamente é NOSSA. Vemos nosso dinheiro arrecadado a custa de pesados impostos sendo jogado no bolso desta parcela mínima de menos de 1% da população enquanto o trabalhador não ganha um décimo do que cada politico corrupto ganha e desvia.

Vocês (e eu me incluo nesse pacote), não se importam em procurar os meios de cobrar os políticos que elegeram, não se importam em fiscalizar o serviço daqueles que ganham um salário composto por uma parcela gorda do NOSSO soldo, e ainda por cima temos a CARA DE PAU de apontar uns contra os outros falando mal de partidos e pessoas especificas enquanto o maior problema é que estamos vivendo assim porque queremos.

Cada um que faz campanha pró ou contra algum partido ou candidato deveria se envergonhar e fazer um esforço para lembrar qual foi a ultima vez que acompanhou qualquer sessão na TV Senado, qual foi a última vez que ligou para os assessores dos vereadores da sua cidade cobrando as promessas feitas na ultima campanha.

Pior do que a CORJA que circula nas câmaras e prefeituras espalhadas nesse pais são vocês que não tem embasamento nenhum e buscam menos ainda fazendo sensacionalismo barato pró/contra candidatos que nunca viram, conversaram ou cobraram na vida. 

Me envergonha saber que essas mesmas pessoas são meus parentes, amigos, vizinhos, colegas de trabalho, desconhecidos da rua, etc. Me envergonha saber que o país é podre porque somos omissos com nossos compromissos e nossas responsabilidades sociais e culturais, gostamos de levar vantagem em cima dos menos favorecidos e não pensamos duas vezes em ganhar dinheiro as custas de pessoas que consideramos menos merecedoras do que nós. 

A todos nós eu digo, calemos a boca antes de apontar e nos preocupemos com nossas responsabilidades nas urnas e em como vamos cobrar os "escolhidos pela democracia" para resolver nossos problemas. Quando quiserem discutir política, primeiramente ESTUDEM, INFORMEM-SE, e acima de tudo FAÇAM POR MERECER sua liberdade de expressão.

Texto por Derek Muggiati

06/06/2014

A Copa Chegou e Você Não Pode Fazer Nada!!!


Até um tempo atrás havia prometido para minha própria pessoa que não iria escrever sobre a Copa do Mundo, porém de tanto ser estuprado saturado por tanta informação sobre um evento que particularmente eu não gosto, resolvi expor alguns pontos que considero interessantes.

Primeiramente escuto muitas pessoas batendo de frente com questões sobre onde o dinheiro da copa poderia estar sendo investido, citando as declarações infortunas de certos ícones do esporte, etc. O que me pergunto insistentemente é ONDE ESTÃO ESTAS PESSOAS na época de eleição, quando o dinheiro publico vai para as campanhas eleitorais ou nas obras de grande porte superfaturadas por políticos gananciosos. A falta de comprometimento dos políticos com o orçamento do Brasil vem desde a época do império, e nunca foi questionada tão veementemente quanto o fato do país não suportar um evento deste porte.

Outro ponto em que me questiono frequentemente, é que o brasileiro enraizou em sua cultura o fato de que AQUI é o país do futebol, porém me pergunto, O QUE É O PAIS DO FUTEBOL? O que ganhamos com isso? Qual a importância disso para a minha vida, para a vida do meu filho, ou do leitor que está ai do outro lado neste momento? Por uma série de questões pessoais, minha família nunca foi muito ligada a este esporte, e não vejo qual é o prejuízo que eu tive com isso. O que vejo são os benefícios por nunca ter presenciado a violência e selvageria das torcidas organizadas e nunca ter exposto meus entes queridos a este tipo de situação. Existem tantos outros esportes em que as seleções brasileiras são extremamente dedicadas e apresentam até mais resultados que o futebol, mas não merecem nenhum crédito. Vide o vôlei, as artes marciais, o atletismo, a ginástica olímpica, o tênis e por ai vai.

Por fim faço uma critica a maioria dos brasileiros que aprendeu a usar os meios de comunicação com alcance global para reclamarem de sua situação, mas não cobram de seus políticos e votam sem consciência em pessoas que continuam o ciclo de falcatruas intermináveis no cenário político brasileiro, onde nem troca de partido, nem troca de políticos fará a diferença.

O Brasil só irá mudar quando deixar de ser o País do Futebol, do Carnaval, da Falcatrua, dos políticos corruptos sem punição, e ser o País da Educação, da sustentabilidade, ser o País da Cultura, da Fauna, e ser um exemplo de seriedade para mundo.


A Copa está ai e você pode até ter reclamado, pode ser contra, pode não ter escolhido o Brasil para sedia-la, mas certamente também não fez nada para mudar essa situação. Quer saber o que fazer na próxima oportunidade? Em outubro faça diferente, faça CONSCIENTE e nos anos seguintes cobre das pessoas que você escolheu para enfiar a mão no seu bolso, algum trabalho que beneficie a sociedade. Não se engane meu amigo, a cada eleição, você só escolhe quem irá passar a mão na sua bunda te roubar.

Texto Por Derek Muggiati

28/05/2014

Pai e Filho



Não consigo entender como a visão da sociedade como um todo ainda possui uma linha de raciocínio tão retrógrada quanto aos direitos do homem em relação a seu filho.

Acompanho vários nichos onde a discriminação  é grande aos PAIS (HOMENS) propriamente ditos, que sempre são colocados e julgados como irresponsáveis, desamorosos e desapegados aos seus filhos. Em casos de separação, é via de regra que o filho fique sempre com a mãe, salvo algumas raras exceções onde fique demonstrado pela parte da mãe, descaradamente que não é de vontade dela, ter convivência com a criança.

Concordo sim que a Mãe tem um papel único na vida de um filho, assim como o filho tem para a mãe já que ambos partilharam o mesmo corpo, mas o que eu estou defendendo aqui é a igual importância da figura paterna na vida de uma criança. Assim como a sentimentos e momentos apenas compartilhados entre mãe e filho, o mesmo vale entre pai e filho.

Porque então a sociedade e a justiça favorecem tanto a mulher nesta questão, deixando totalmente obscura a importância da figura paterna na vida de uma criança? Me revolta o fato de que o homem tenha que provar a importância de seus atos, ele tenha que provar que tem condições psicológicas e financeiras de prover a criança em um caso de separação.
A fé publica depositada na figura materna gerou uma legião de mulheres em busca de uma vida fácil, sustentadas por pensões alimentícias enquanto a assistência para a criança é mínima ou praticamente NULA em alguns casos, e mesmo assim vários homens encontram inúmeras barreiras para fazer valer seu direito de visita e convívio.

Assim como existe muito homem que não assume os filhos HÁ SIM MUITAS MULHERES QUE NÃO ASSUMEM SEUS FILHOS. Dar a luz não significa ser mãe, isso vai muito além do fato de colocar uma criança no mundo e prover sua alimentação. O bem estar psicológico e afetivo da criança também deveria ser prioridade nesses casos, infelizmente até os profissionais que seriam os responsáveis por essas análises são completamente obtusos e tendenciosos.

Resultado: Inúmeros pais (assim como eu) que batalham uma vida inteira, enfrentam o descaso e a humilhação da justiça e precisam se resguardar de todas as formas possíveis no que tange ao relacionamento com seu filho, pois qualquer abraço ou gesto de carinho é interpretado erroneamente por inúmeras pessoas.

Acho RÍDICULO um pai não poder dar um beijo no rosto ou um abraço em seu filho em público que já é visto com outros olhos pelos espectadores. A sociedade criou a figura do pai como uma persona fria e desprovida de sentimentos mas É MENTIRA. Os pais também amam seus filhos tanto quanto as mães. Assim como um filho pode e ama a figura paterna a recíproca é tão verdadeira quanto.

Por isso eu vos digo, antes de julgar ou sequer tentar quantificar o amor que um Pai tem por seu filho, levando em consideração que “amor de mãe é maior”, lembre-se o filho é o mesmo para ambos os genitores, e é papel dos dois amá-los igualmente. Quando isso não ocorre da parte de um dos genitores isto é uma falha de caráter do indivíduo em particular e não do Pai ou da Mãe Especificamente.

A Justiça deveria desmistificar a visão de que a mulher é um sexo totalmente frágil. Existem e existiram SIM muitas injustiças contra o sexo feminino, muitas hoje superadas com muita luta e muita batalha por mulheres guerreiras geração após geração, mas não se engane FALHA DE CARATER NÃO É PRIVILÉGIO DE UM ÚNICO SEXO.

Texto Por Derek Muggiati

05/05/2014

PENSE!



Já observei muito nas redes sociais e até mesmo na mídia, várias informações não verídicas, dentro de notícias sensacionalistas e por estarem na internet, são tomadas por muitos como verdade absoluta.

Já comentei algo parecido em alguns textos anteriores que falam sobre internet, redes sociais, pessoas revoltadas usando a rede, etc. Porém eis aqui um lado muito importante dessa moeda, que muitas vezes nem EU parei para analisar antes de tecer um comentário ou discursar sobre o assunto: NEM TUDO QUE VEMOS NA MÍDIA É VERDADE.

Verdade seja dita, mais da metade das informações que são divulgadas sempre são tendenciosas, focando no lado mais apelativo da informação e logo, fazendo com que a mesma seja propagada em velocidade absurda apenas pelo fato do sensacionalismo conseguir tocar no âmago de quem absorve a noticia.

Pegando como exemplo uma noticia que saiu em um jornal aqui do Paraná (Link da Noticia), onde uma mulher, confundida por moradores como uma sequestradora de crianças, foi brutalmente espancada após ser amarrada por pessoas do litoral paulista. Uma informação postada em uma rede social, gerou indignação a população, que confundiu a mulher em questão com a pessoa que constava na foto desta postagem. Para ajudar, não há nem REGISTRO desses supostos sequestros vinculados na noticia.

Uma pessoa inocente morreu pelas mãos de pessoas que acreditavam estar fazendo justiça pelas próprias mãos, cegas pelo ódio e sem informação nenhuma sobre o que estava ocorrendo. Muito provavelmente metade das pessoas que participaram dessa barbárie, nem sabiam o porquê estavam praticando este ato. Apenas entraram no grupo gerando violência gratuita contra um desconhecido, por razões desconhecidas sem nenhuma piedade.

Até que ponto tomar como verdade algo escrito ou vinculado em qualquer lugar é totalmente verdade? Quanta informação os ignorantes da sociedade acreditam cegamente? Onde está escrito que se uma informação está na internet ou na televisão é verdade?

Pense, pesquise, DUVIDE! Vocês são mais inteligentes do que parecem, falta apenas usarem esse órgão do corpo humano chamado cérebro!

Texto Por Derek Muggiati


10/01/2014

Coisas que só a vida ensina...




Engraçado como somos forçados a repensar nossas vidas em dados momentos da mesma. Geralmente esses momentos acontecem quando nos chocamos com algum acontecimento extraordinário, seja ele benéfico ou maléfico para nós.

Hoje passei por uma das situações mais inusitadas da minha vida, e até agora sem entender o porque, apenas me dei conta de que nós como seres humanos temos facilidade para tornarmos babacas. 

Uma frase que um grande amigo meu sempre diz é "a vida é um grande saco de bosta de onde saem coisas interessantes as vezes". Essa frase sempre fez muito sentido na minha vida, visto que ela lembra uma novela mexicana de péssimo gosto, dessas que passam no SBT, porém me dei conta de algo hoje, somos nós em algum momento de nossas vidas que enchemos esse saco! Vocês já irão entender onde quero chegar.

Voltava do trabalho, em meu modo "autista" com fones de ouvido no volume máximo, pensando em chegar em casa o mais rápido possível, pensando nos problemas financeiros, organizar as contas, clientes que preciso anteder no trabalho, etc. 

Pra completar o final do dia, passear de ônibus cheio, derretendo de calor, faz com que o caminho só pareça mais longo e cansativo. Ao descer do penúltimo ônibus na plataforma, a garganta já seca somada ao calor e meu sedentarismo misturados com a frustração de ver o último ônibus que pego para o trajeto final até minha residência partindo a poucos metros de onde eu estou, me fizeram ir em direção a uma banquinha comprar algo gelado para aguentar o calor enquanto esperava o próximo ônibus dessa linha.

Já sentado em um dos bancos do terminal com a garrafa de refrigerante vazia em minha mão, sacudindo impacientemente, ao longe noto a figura de um garoto, de cerca de 6 anos de idade, brincando sozinho como as crianças dessa idade conseguem, em seu mundinho particular, girando em cima de outro banco a alguns metros de onde eu estava sentado.

Não sei se foi minha cara de frustração pelos problemas do dia a dia, se minha cara empapada de suor, ou minha camiseta vermelha que chamaram a atenção do garoto, mas em um piscar de olhos o garoto estava em minha frente, me olhando com um sorriso gentil de criança que está feliz, mesmo sem ter o porquê e me diz: "Deixa que eu jogo no lixo pra você".

Meio atônito as palavras do garoto que mal chegaram aos meus ouvidos por conta dos fones e sua música estridente que me separava do mundo dos demais a minha volta, simplesmente fiquei olhando para o garoto de pele morena, gordinho, parecendo o boneco da "michelen", que sem cerimônia alguma pegou da minha mão a garrafa vazia e um guardanapo amassado que eu segurava e levou até o lixo mais próximo.
Foda quando percebemos o quão BABACA somos. Me peguei instantaneamente vasculhando os bolsos em busca de alguma moeda, já pensando se tratar de algum garoto de rua que estava em busca de algum trocado.

O garoto voltou ao seu banco, e foi então que percebi que foi apenas um gesto de gentileza, totalmente automático, sem esperar nada em troca, fazer o bem apenas por fazer o bem.Chocado com tamanha ignorância minha, me peguei sorrindo e olhando para o garoto, que sorriu novamente e veio sentar-se ao meu lado.

Do nada o garoto começa a falar, como um daqueles velhos que encontramos em um elevador, falando sobre o calor, sobre o jogo de futebol que corria do lado de fora do terminal e apontou para o avô que o observada de longe na plataforma enquanto certamente esperando o próximo expresso.

Por burrice, falta de discernimento e certamente ainda constrangido com a situação, não perguntei o nome do garoto, nem agradeci gentilmente seu gesto anterior, apenas dei corda para sua conversa, com perguntas meio bestas como "e você gosta de jogar bola?", "também está com muito calor?".

O fato é que esses raros momentos, passam rápido e só percebemos o valor deles muito depois que eles terminam. Meu ônibus chegou e me despedi do garoto com um "prazer te conhecer" e um sorriso, o qual foi respondido a altura pelo garoto, tanto o sorriso quanto o cumprimento em sua mãozinha gordinha mas forte.

Ao sentar em meu ônibus parei e pensei.... qual foi a última vez que fiz algo para alguém, que nem ao menos conhecesse pelo simples fato de ser gentil e prestativo? Ajudar por ajudar? Esta é a pergunta que lanço para você leitor, qual foi a última vez que você ajudou um estranho com a coisa mais simples que fosse?

Fiquei constrangido quando dentro das minhas próprias lembranças tive dificuldade em lembrar do último gesto de solidariedade que tive.

Voltando ao saco, bem.... somos nós que enchemos ele de merda quando vivemos preocupações fúteis, temos atitudes egoístas e falsas, mesmo diante das pessoas que amamos. Somos nós que esquecemos de jogar algo de bom dentro do saco, e quando mais precisamos de algo que nos faça acordar na vida, enfiamos a mão la dentro e saímos com a mão suja e ainda mais frustrados. 

Espero mesmo que esse garoto cresça, com essa mesma índole, que por mais que ele nunca venha a ler esse texto, torne-se exemplo para alguma pessoa que realmente precise, assim como ele me fez pensar e lembrar que faz muito tempo em que não ajudo alguém apenas por ser outro ser humano igual a mim, com defeitos, problemas, mas ainda assim, um ser humano.

Texto por Derek Muggiati 
 

21/11/2013

"Você se apaixonou por mim assim"


Não é raro ouvir o discurso já conhecido onde um casal precisa de sinceridade e transparência para manter a cumplicidade e intimidade. Prega-se que a verdade deve ser mantida a todo custo, mesmo que ela não seja totalmente apreciada. Mas até que ponto isso é saudável e correto?

Não está escrito em lugar algum que, para alcançar a intimidade e confiança plenas, um casal precisa abrir mão de sua individualidade como ser humano.

É preciso SIM lembrar que estamos dividindo nossas vidas com outra pessoa com tantos defeitos como os nossos, mas para que essa unidade construída em um casamento/relacionamento suporte todas as intempéries da vida, precisamos nos privar dessas tempestades em nossos momentos de convívio intimo.

Nem sempre a verdade nua e crua, dita no calor da discussão sem o respeito que havia no começo antes de conhecer seu companheiro, vai ser o certo. Essa brutalidade espontânea fruto do convívio diário acaba por tornar-se comum em casais com mais tempo de caminhada, e por conseqüência, viramos especialistas em esbarrar nas sensibilidades de nossos parceiros, invadindo seu espaço e demonstrando nossa pior faceta a quem nos quer bem.

Porém deveríamos guardar justamente a nossa melhor face, a mais desprovida de defeitos e espinhos para nossa convivência íntima, para o merecedor de nossos sorrisos e gestos de  educação e etiqueta.

Conceitos como "ele já me conheceu assim" ou "ela está acostumada com meu jeito de ser", são apenas nocivos a um casal, e com o tempo afastam a única pessoa que está disposta a permanecer ao nosso lado (mesmo nos conhecendo). O Fato de escolhermos alguém para trilhar uma vida juntos, não nos da direito de desconfigurar a cumplicidade necessária para esta caminhada tortuosa.

Os problemas serão enfrentados na vida de todos, mas criar mais problemas dentro do seu refúgio, só trará consigo todas as situações humilhantes e vexatórias que nossos companheiros saborearão atravessados em nome do "amor".

Para aqueles que dizem que o amor suporta pessoas intransigentes e sem postura, digo apenas que o amor precisa de manutenção. Ele acaba, sofre, enfraquece, míngua e desaparece sim, mas nem por isso ele deixou de ser "amor" em algum momento de sua existência. Um sentimento pode sim ser verdadeiro e intenso, mas ele só continuará existindo diante do nosso comprometimento em mantê-lo, alimentá-lo, cultivá-lo aos olhos de quem amamos.

Esqueçam as implicâncias sem sentido, as reclamações vazias e as atitudes mimadas. Presenteie quem você ama com o sorriso mais largo, com o abraço mais caloroso, com o carinho mais gentil e o beijo mais quente. Ofereça o maior pedaço da sua torta favorita, o último gole da garrafa de Coca-Cola. Guarde sempre em suas lembranças os gestos que você tinha quando conheceu a pessoa amada e pratique isso sempre sem moderação.

Texto Por Derek Muggiati